Bruce Willis lançou linha de higiene

Padrão

No ano passado, 2010, Bruce Willis, um renomado ator de cinema por suas belíssimas atuações lançou uma linha de higiene masculina. Em parceria com a empresa alemã de cosméticos ele deixou sua assinatura em produtos como perfume, loção pós-barba, desodorante e espuma para cabelo e corpo, segundo o site “ContactMusic”. Bruce, 55, que já foi casado com Demi Moore, ficou entusiasmado com o produto final, afirmando ter se divertido muito, enquanto escolhia ingredientes como grapefruit, pimenta e vetiver, que poderiam fazer parte das fórmulas.

“O desenvolvimento da minha linha foi feito com muito empenho e paixão, foi realmente muito divertido. Os produtos tem individualidade, singularidade e sustentabilidade. Isso foi o que me convenceu a entrar neste projeto”, disse ele.

Lançamento da linha.

Lavar as mãos pode evitar surto de diarreia

Padrão

De acordo com o departamento de pediatria da Beneficência Portuguesa de São Paulo, é muito importante cuidados que podem reduzir os riscos de doenças diarréicas, comuns nos dias quentes de verão e tão frequentes em diversas cidades do estado de São Paulo e de outros grandes estados. A pediatra Wylma Mariko Hossaka afirma que é fundamental selecionar bem a praia que vai se passar as férias. “Muita gente não se atenta para as condições de balneabilidade da praia escolhida. Praias impróprias para banho têm de ser evitadas. O contato com água contaminada deixa a população vulnerável”, afirma a especialista da Beneficência Portuguesa de São Paulo.

Para a médica também é importante alertar sobre a prática de higiene diária, nas férias em praia, essencialmente quando se consomem alimentos neste local. “Na praia, antes de consumirmos qualquer alimento é importante lavarmos as mãos com água potável. Crianças são as maiores vítimas dos surtos de diarreia porque comem salgadinhos, sorvetes, ou lanches com as mãos cheias de areia. Sugerimos que os pais utilizem água mineral para lavar as mãos das crianças antes de qualquer refeição na praia”, afirma Wylma.

“Sem higiene, sem produtividade mulheres!”

Padrão

Estudos feitos na Austrália sugerem que problemas de saúde bucal podem afetar a fertilidade feminina. A pesquisa da Universidade do Oeste da Austrália propõe: uma higiene bucal precária é tão ruim para a fertilidade de uma mulher quanto a obesidade, fazendo elas demorarem até dois meses para engravidarem. A pesquisa foi apresentada por cientistas numa conferência sobre fertilidade na Suécia. Segundo os pesquisadores, mulheres que tem problemas na gengiva demoram 7 meses para conceber, comparados com o prazo normal, de cinco meses. Além disso, a doença periodontal já foi ligada à doenças cardíacas, diabetes tipo 2 e aborto, além de baixa qualidade do esperma em homens.

“Até agora não existiam estudos publicados que investigavam se a doença nas gengivas pode afetar as chances de uma mulher conceber, então este é o primeiro relatório que sugere que a doença na gengiva pode ser um dos vários fatores que podem ser modificados para mulher melhorar as chances de uma gravidez”, afirmou Roger Hart, professor líder da pesquisa.

O estudo da Universidade do Oeste da Austrália contou com a participação de mais de 3,5 mil mulheres. De acordo com o líder da pesquisa, Roger Hart, mulheres que estão tentando ter um filho agora precisam passar antes no dentista além de parar de fumar, beber, manter um peso saudável e tomar suplementos de ácido fólico.

Reabertura de Supermercado interditado

Padrão

O Supermercado Imperatriz de Canavieiras (um dos maiores), em Florianópolis, estava interditado por falta de higiene e após ser vistoriado pela Vigilância Sanitária novamente, foi reaberto no mês passado – outubro. “Fizemos uma nova verificação e liberamos a abertura. Eles cumpriram todas as nossas determinações”, afirmou Anselmo Granzotto, diretor do órgão municipal. De acordo com ele, o local passará por inspeções periódicas para checar a manutenção da qualidade. Como começou A vistoria partiu de uma denúncia. Um homem teria comprado um bolo de chocolate no domingo à tarde e ao cortar as fatias percebeu que havia um bicho morto dentro. Ele e a filha, 17,  já teriam comido alguns pedaços. Ele fotografou o pedaço e encaminhou as imagens à Vigilância. — Pretendo entrar com uma ação contra o supermercado por dano moral. Minha filha, que é chocólatra, até vomitou e não pode nem pensar em doce. Os agentes sanitários inspecionaram o supermercado e constataram a precariedade na estrutura e falta de higiene no depósito e no setor de panificação. Eles teriam encontrado bastante sujeira, lixo, proliferação de ratos e animais mortos próximos a caixas de alimentos.

Empreender com: beleza e higiene.

Padrão

O presidente da grife norte-americana de cosméticos Estée Lauder, Leonard Lauder, criou em 2001 o “Índice batom” quando percebeu que as vendas do produto tinham crescido absurdamente durante a crise que sofreu os Estados Unidos depois da tragédia do 11 de setembro, em Nova York. O motivo para essas vendas, segundo Leonard, foram os baixos preços em meio à crise que transformou acessível o batom. Não é reconhecido por economistas, mas o indicador mostra uma realidade da indústria de beleza, cosméticos e higiene – crescendo com ou sem crise.

Só no Brasil, esse segmento registrou faturamento de R$ 27,3 bilhões no ano passado e cresceu a uma média de 10,4% ao ano nos últimos quinze anos, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec). O terceiro maior mercado desse segmento hoje é o Brasil, ficando atrás dos EUA e do Japão. E quem mais atende a essas demandas são as pequenas empresas; das 1.659 indústrias do setor.

O empresário Alexandre Seródio, 36, primeiro investiu em um salão de cabeleireiros, sem sucesso. Com oa sobra de produtos, criou o Belezanaweb – site especializado na venda de produtos profissionais para cabelo – que faturou R$ 8 milhões em 2010. “Nós vendemos segurança e autoconfiança. A brasileira se cuida mais do qualquer outra mulher no mundo”, afirma. Para entreter os consumidores, ele posicionou o site como uma espécie de conselheiro online: informa aos interessados dicas para diagnosticar o melhor produto para cada tipo de cabelo. “Na área de beleza, se você demonstra confiança, o cliente se torna fiel”, diz. Porém isso não significa que esse ramo aceite aventureiros. “Diversas empresas surgem e fecham todos os anos. Quem quer sucesso, precisa entender do negócio”, conclui.

Já no setor de higiene também há oportunidade para pequenos empreendimentos. No entanto, para evitar a concorrência, a necessidade de vender algo inovador é maior. Wesley Gomes, 33, por exemplo, apostou na revenda de soluções de higiene para empresas e estabelecimentos comerciais. Conheceu em Curitiba o fabricante de um dispenser de fio dental para ser instalado em banheiros coletivos, investiu com um sócio apenas R$ 300 para trazer o produto para São Paulo. Não demorou muito e, aumentou o portfólio de produtos, que hoje inclui itens como odorizador de ambientes. “No mercado de higiene, todo mundo vende a mesma coisa e briga por preço. Se você tem algo exclusivo, consegue crescer”, diz empreendedor. No ano passado, sua empresa, a Wesco, faturou R$ 2 milhões.

Cosmético para higiene pessoal.

Cosméticos que fazem as pessoas se sentir belas.

Leite sem nata?

Padrão

As pessoas que cuidam e criam de ovinos e caprinos precisam encontrar uma forma diferente de manejo na ordenha do rebanho leiteiro. Felipe Barreto, zootecnista e consultor do Sebrae no Rio Grande do Norte adverte quanto aos riscos de uma ordenha totalmente fora das normas de higiene correta, que ainda é uma das maiores causas de contaminação do leite. Se houver uma ordenha indevida, isso pode comprometer a qualidade do leite, o rendimento dos derivados, além do prejuízo econômico aos produtores durante o processo de beneficiamento e por último, mas não menos importante, os prováveis riscos à saúde do consumidor.“Não sabemos ainda se é por uma questão cultural ou por falta de orientação, mas muitos trabalhadores não se preocupam e não utilizam normas de higiene recomendadas para a ordenha, seja ela mecânica ou manual. Isso precisa ser modificado. A ordenha higiênica é a garantia de um leite de qualidade e com o mínimo de riscos de contaminação”, ensina Barreto. Porém, nos últimos anos vem aparecendo sinais de melhorias na ordenha de leite. Desde 2001 resultando na edição da Instrução Normativa (IN) 51, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, com critérios de higiene, de manejo sanitário, de armazenamento e transporte do leite.

Procedimentos para um bom produto

A garantia de um produto com qualidade depende da alimentação adequada das vacas, recomendada pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). Essencialmente é também recomendado ordenhar animais sadios, livres de mastite, brucelose, tuberculose e outras doenças; manter a higiene antes, durante e após (garantir o resfriamento do leite) a ordenha.

Ordenha manual

Ordenha mecânica.

A riqueza espiritual e a pobreza de humanização

Padrão

Varanasi, conhecida como cidade da luz e da morte na Índia, há mais de 2500 anos abriga o grande santuário da morte: o crematório de Mamikamika Ghat. Neste local, que está sobre as fumegantes piras de fogo sagrado, dezenas de corpos são lançados dia e noite. Varanasi é situada às margens do grande e famoso rio da Índia, o Rio Gânges, que fica sendo um importante centro de devoção ao deus Shiva. Para se libertar dos ciclos da reencarnação é preciso, depois da morte, ser cremado e jogado neste lugar, o Rio Gânges. Porém nem todos os corpos são cremados,  os das crianças, das mulheres grávidas e de homens santos e iluminados são amarrados às pedras para serem jogados no fundo do rio.

O ator José de Abreu, que trabalhou na trama da novela “Caminho das Índias” como o sacerdote Pandit, escreveu em seu blog ( www.bloglog.globo.com/josedeabreu ) relatando sua reação durante os dias passados na Índia ao decorrer da gravação da novela: “É uma estranha sensação de que estou vivendo numa terra que mistura deuses com excrementos.” É um ritual sagrado e de passagem para as pessoas que morrem, serem cremadas e jogadas no rio, mas nem todos tem dinheiro e condições de arcar com essa “crença” e lançam os corpos dos mortos no rio. Na mesma água, as vacas que são consideradas animais sagrados, também são lançadas, as pessoas lavam roupas, tomam banho, escovam os dentes. Ressalta o ator José de Abreu em um parágrafo: “Como é possível uma pessoa escovar os dentes no Rio Ganges, usando os dedos, lixando os dentes com lixa de unha de metal. […] Isso ao lado de alguém que lava roupa e bate mil vezes nas pedras das escadarias que levam ao Ganges, de outro que toma banho com sabão, de outro que bebe de forma sagrada suas águas fazendo oferendas ao Rio Deus, Ganga Ma, jogando flores, pós, panos, velas acesas que saem boiando em folhas…”

Conhecendo um pouco da realidade dessa riqueza espiritual que os indianos consideram inenarráveis e fundamentais, pode-se observar claramente as condições higiênicas precárias, muito precárias mesmo, da Índia. A pobreza de humanização, ou seja, a falta de consciência de que um ser humano precisa viver em condições de asseio pessoal, essencialmente bem, é quase que ausente neste povo tão admirado pelas suas crenças, os indianos. Imagine executar as suas funções higiênicas diariamente, em um lugar onde cadáveres “vivem”? a miserabilidade dessas pessoas não é por não ter dinheiro ou não ter como serem limpos, mas pela religiosidade que os cega.

Imagens de uhull.com.br

Homem bebendo as águas do Rio Gânges como forma de ritual sagrado.

Pessoas tomando banho, lavando roupa, etc... nas águas do rio sagrado.